quarta-feira, 13 de agosto de 2014

[LIVRO] Maze Runner - James Dashner - Correr ou Morrer

Eu sei, estou atrasada demais para começar o livro. Mas me coloquei a meta de ler antes do lançamento do livro para não sofrer da SPJ (Síndrome de Percy Jackson, aka, sair do cinema achando que o filme foi ótimo e depois ler o livro e mudar radicalmente de opinião). Livro terminado hoje, #MissionAccomplished



O livro começa com Thomas, um garoto sem qualquer memória do seu passado que acorda numa caixa de metal que vai parar em um lugar chamado A Clareira, que nada mais é uma área quadrada cercada de muros altíssimos por todos os lados, com portas de pedra estupidamente pesadas que se movem de manhãzinha e de tardezinha, e que do lado de fora há um labirinto móvel com monstros meio máquinas, chamados de Verdugos.

Logo abaixo, spoilers.



Ele é recebido por vários garotos que se identificam como Clareanos (de aqueles que vivem na Clareira), e pelos líderes Alby e Newt. Todos falam juntos, e usam expressões que ele desconhece: fedelho, mértilha, plong... Thomas pede para que a situação seja explicada a ele, aonde ele está, quem o mandou para alí, o motivo, o porquê dele não se lembrar de nada do seu passado, e por ninguem responder, acho que esse começo é o mais enrolado e desanimador do livro. Mas fazendo uma forcinha, você continua lendo e vai entendendo que todos os garotos não tem memórias de nada de antes, e só se lembram dos seus nomes. Eles se lembram das habilidades em geral, como andar, correr, falar, cozinhar, desenhar, escrever... mas não se lembram dos pais, da casa, escola, irmãos, de quantos anos tem, de quem os ensinou a escrever e nada mais sobre como foram parar lá e os motivos que os fizeram ser punidos a estar lá.

Na Clareira cada um tem sua função, e o lugar é grande: existem os líderes, os cozinheiros, o pessoal da construção, os que cuidam da horta, os que cuidam e abatem os animais, os que limpam os banheiros e as casas, os socorristas, guardas e corredores. No lugar há a construção para a cozinha, a Sede Geral (que também é onde ficam os feridos), uma sala de reuniões para o conclave dos encarregados, um prédio aonde são guardados os mapas feitos do labirinto, e em um lugar distante há também uma floresta e no fundo dela, até um cemitério.

Thomas não tem muita paciência para aguentar sem respostas e vai conhecendo a Clareira, as funções e as pessoas junto com o leitor. Mas ele sempre diz que sente uma certa familiaridade com todo o lugar, uma coisa inexplicável. Ninguém lá sabe muito a respeito dos Criadores, mas sabem que eles são observados por besouros mecânicos, pequenas criaturas que tem escrito "CRUEL" brilhante nas costas e que é suicídio tentar sair dos muros se você não for um corredor, mas principalmente a noite, que significa uma morte certa.

No dia seguinte ao que ele chega, aparece pela caixa uma garota. E isso é todo um problema, pois é a primeira garota a ser enviada para lá, é a primeira vez que a caixa sobe com alguém mais de uma vez na semana, e para piorar, ela chega semi acordada falando que ela veio desencadear o término e com um bilhete na mão dizendo que ela seria a ultima a ser enviada a Clareira. Eles nem tem muito tempo de tentar questioná-la, pois ela desmaia e fica em coma por vários dias (e grande parte desse primeiro livro).

A pessoa encarregada de ajudar Thomas nos seus primeiros dias, é Chuck, um garoto gentil e bem novo, por volta de 13 anos, que era o mais recém chegado alí antes de Thomas. Ele que vai tentando se enturmar com o novo garoto, e apresentando e tentando explicar o pouco que aprendeu em seu um mês de estadia na Clareira. Ainda em seu primeiro dia, Thomas não consegue aceitar a ordem de descansar e aguardar, pois ele não está em choque (e nem vai entrar) com toda a situação, e ele quer entender o que estpa acontecendo rapidamente. Chuck diz que Newt e Abby estão na Sede cuidando de um garoto ferido (Ben) e Thomas insiste em ir tentar arrancar mais informações sobre tudo. Lá, ele conhece um dos guardas, o hostil Gally, que fazendo graça, o desafia a subir as escadas e ir ter com os lideres. Thomas sobe, se fazendo de valente, e acaba vendo Ben, muito doente, com dores, pele verde, olhos fundos e injetados, mas Newt o enxota para fora. Ben fora picado por um dos Verdugos e teve que tomar uma injeção (O Soro) para acabar com o veneno, e com isso, se ele sobreviver a picada, ele passa pela chamada Transformação, que lhe permite algum acesso à algumas memórias, a custa de muita dor. Nenhum garoto volta da transformação o mesmo, ou pelo menos mais normal.

A noite, eles vão dormir em conjunto ao ar livre, em sacos de dormir e mantas, e mais uma vez tudo aquilo é familiar para Thomas. Newt o acorda de madrugada e o leva a uma janela no muro para lhe mostrar o que é um Verdugo para que ele entenda o perigo que é o monstro e então o alarme soa e a garota chega pela caixa. E até ela é familiar para Thomas, e ele se sente muito assustado pois ela sabe seu nome além das mensagens assustadoras que ela trouxe.

Thomas começa a trabalhar a partir desse dia, a cada dia em uma área para descobrir em qual ele se adapta melhor. E logo ele fala que quer ser um corredor, mesmo não sabendo exatamente as funções e obrigações. Só que para isso, além da coragem, ele precisaria ser um membro mais antigo e ser indicado por algum encarregado para a função em um conclave.

Nesse meio tempo, Thomas sai para explorar a área da Clareira e vai até o fundo da floresta, que fica muito escura e acha o cemitério. Lá ele vê algumas lápides dos corpos dos garotos que morreram no labirinto ou pelas picadas de Verdugos, e em uma caixa, meio corpo, do garoto que foi içado para o buraco da caixa e foi cortado por algo, servindo alí de um alerta para que não se tente fazer aquilo de novo. No meio dessa visita, ele ouve barulhos e é atacado por Ben, que está fora de sí e em modo bestial, tentando mordê-lo e utod mais. Alby, que o seguiu da Sede, tentando recuperá-lo, dá um tiro na cabeça de Ben quando ele tenta atacar e matar Thomas novamente. Eles acharam que o garoto estava morto, mas no dia seguinte descobrem que não, ele estava vivo e agora estava são. Ele é julgado e condenado ao banimento ao labirinto. É uma cena um pouco chocante, pois ele vem acorrentado no fim da tarde, é colocado uma coleira e ele é amarrado a um mastro e levado ao labirinto, sendo solto do mastro no ultimo instante antes da porta de pedra se fechar. Na manhã seguinte, a coleira está na porta, e o corpo do garoto não está lá.

Em uma outra noite, ele vê um corredor, Minho, chegar do portão oeste com a notícia que achara um Verdugo morto, e Alby diz que quer vê-lo, mas que irá no dia seguinte, pois estava quase na hora do fehcamento dos portões. No dia seguinte, os dois saem para correr e verificar, e não voltam a tempo. Com os portões quase se fechando, Thomas, que estava ao lado de Newt de plantão para ver eles chegarem, sai para resgatá-los, pois Alby estava ferido e sendo arrastado por Minho. E os portões se fecham. Thomas, Minho e Alby estão condenados a morte no labirinto, e Thomas se lembra de Ben e do Verdugo que viu pela janela. Minho está desesperançoso e os larga alí, no corredor de saída e vai correndo para o meio do labirinto. Thomas, tentando ajudar Alby que estava picado pelo não-morto Verdugo, o amarra em trepadeiras das paredes e levanta o corpo a 9 metros de altura, e então também sobe para alí. A noite cai e os Verdugos vem. Mesmo rezando para que eles não o vejam, os monstros o vêem, e começam a escalar a parede. Tentando fugir, Thomas vai se catapultando pelas trepadeiras para longe dos monstros e correndo pelo labirinto e acaba por afastar os Verdugos de um Alby incosciente amarrado nas alturas. Nisso, ele acaba encontrando com Minho, e eles correm dos monstros até o corredor do precipício, e alí num plano louco e desesperado, eles se jogam para os lados, fazendo os bichos caírem no escuro sem fim do precipício e se salvam. É inacreditável, em dois anos, é a primeira vez que alguem sobrevive ao labirinto a noite!

Eles voltam com a manhã para a Clareira, e recuperam Alby das alturas. Ele está picado e recebe O Soro. Mesmo sendo um milagre o que fora capaz de fazer, Thomaz é julgado por um Conclave, e mesmo com a coragem sendo reconhecida e sendo indicado para ser um corredor (e até a, quem sabe, substituir Minho como encarregado dos Corredores), ele deve ser punido a um dia na prisão, O Amanssador. É angustiante esse dia, pois no conclave, Gally jura Thomas de morte, por dizer que se lembra dele (por quando ele, Gally, passou pela transformação e obteve algumas memórias) e que ele é uma pessoa ruim, e foge; e durante esse dia, Thomas fica pensando nele, na garota em coma, no labirinto e em tudo mais. Quando acaba, ele e Newt tem que ter uma conversa séria, de como as coisas vão ser, que ele tem que respeitar as regras, apesar dele ter as quebrado e feito um milagre, e que a garota em coma falava várias coisas incluindo o nome dele. Mas Thomas não é tão sincero quanto deveria ser.

Ele sai na manhã seguinte com Minho para aprender como é a vida de um corredor, como reconhecer as mudanças das paredes, e de volta à Clareira, ir à Casa dos Mapas e desenhar as diferenças. Ele se sente desestimulado e entediado, mas no meio do labirinto ele vê a placa escrito "Catástrofe e Ruína Universal: Experimento Letal" que ninguém também sabe explicar. 

Alby acorda, e tenta dizer que ele se lembra de várias coisas, de como é o mundo lá fora, que é horrível e que ele se lembra de Thomas, mas isso causa uma reação involuntária dele tentar se matar por estrangulamento. No outro dia, ele evita falar, mas só repete o quanto é ruim. Mais um dia se passa, e a garota acorda do coma. Logo na noite anterior, Thomas a escuta pela mente, e na manhã seguinte, ele sabe que o que ela disse era verdade, ela havia iniciado o término de tudo. Não há mais sol, não há mais provisões semanais pela caixa, e as portas não se fecham mais. A garota, Teresa, vai falar com Thomas, e diz que se lembra dele, que se lembra ser próxima a ele, e nada mais. Mas uma das lembranças ela escreveu no braço "Cruel é bom". Naquela noite, todos vão dormir na Sede, e o esperado acontece, os Verdugos entram na Clareira. Antes de conseguirem levar, Gally aparece em frangalhos e diz que a maldita garota iniciou o fim, e que os Verdugos vão levar todas as noites um garoto até que não tenha mais ninguém e se joga em um deles. Ainda há um incêndio na Casa dos Mapas, e Alby quase morre lá dentro. Tudo está destruído.

A manha seguinte é assustadora, ninguém tem mais esperanças de nada. Mas Thomas tem uma idéia de como ler os mapas, e com a ajuda de Newt e Minho, que tinham escondido todos os mapas em segredo de todos, na despensa da sala de material dos corredores, ele demonstra que os mapas do labirinto não deveriam ser comparados com os mapas da mesma área de outras datas, e sim, todos juntos, pois eles formariam letras, que juntas, seriam alguma palavra.Os corredores saem para o labirinto, e eles notam que as paredes pararam de se mexer. Não há uma saída. Mas Thomas e Minho põe a prova uma teoria, que no precipício há uma janela de não mais que 1 metro, aonde as pedras jogadas desaparecem. Não há outra saída e não há outra idéia. Eles jogam trapadeiras e elas ficam alí, dependuradas no ar. Tereza ajuda Newt, Thomas e demais a decifrarem todas as palavras que se repetiam em um padrão: flutua, pega, sangra, morte, rígido, e aperta. Mas não há mais pistas.

Na segunda noite, os Verdugos aparecem novamente e levam outro garoto. Thomas tem uma idéia, e se deixa ser picado para ter de tomar O Soro e obter algumas memórias. Três dias se passam, e quando ele finalmente acorda, ele se lembra de várias coisas, e não é nada bom.
 
Ele fala com Tereza que eles são os responsáveis por tudo, não só pelo término, mas como também pelo próprio experimento. Afinal, CRUEL significa: Catástrofe e Ruína Universal: Experimento Letal, e tudo aquilo nada mais era que um teste. Ele consegue que Newt e Alby marquem um Conclave para que ele explique tudo, e qual o seu plano para saírem dalí. O mundo algo e esse experimento é para selecionar os melhores, mais fortes e resistentes. Todos alí dentro são orfãos, criados pelos cientistas e todos tiveram as memorias retiradas para entrar alí sem se lembrar de nada, mas alguns tiveram algo alterado no cérebro, como ele e Tereza, que são telepatas. Os nomes que eles se lembram, são apenas apelidos, e o pouco que alguem se lembra do passado por ter passado pela transformação é real. Ele está arrependido de ser um dos testadores do labirinto, e de como tudo foi um experimento com os garotos, e que agora que está no mesmo barco que eles, eles tem que sair dalí. Pelo Buraco dos Verdugos há um computador, em que deve ser inserido as palavras dos mapas que irão desligar os Verdugos e abrir uma porta de saída. Po mais absurdo que tudo seja, os encarregados concordam com o plano, e convencem os demais clareanos a ir com eles. Alguns resolvem ficar na clareira, mas 42 se juntam nas portas do labirinto, com armas improvisadas de paus e facas. Os Verdugos estão acumulados no corredor do precipício, como se tivessem sido reprogramados para isso, e mais alguns aparecem a frente e atrás do grupo, deixando-os oprimidos. A única solução é lançar-se a frente, lutando, para que Thomas e Teresa possam pular pelo buraco e desligar os monstros-máquinas. No meio do frenezi da batalha, Thomas decide que Chuck, a quem tinha feito uma promessa logo nos seus primeiros dias, de levá-lo para casa, decide que ele ira pular também.
Lá dentro, eles acham em meio ao breu total o computador, esperando para que as palavras sejam digitadas, e um Verdugo acaba de pular pelo buraco atrás deles. Enquanto Thomas luta, Chuck e Teresa vão digitando as palavras e apertam o botão, e as máquinas são desligadas. Os sobreviventes da luta lá fora , somente metade, pulam pelo buraco e eles podem descer por um corredor em que havia um tipo de tobogã sujo com óleo e mofo.

Eles saem em um lugar como um laboratório esterilizado, com pessoas magras e de aparência doente os observando pela janela. São os Criadores. Na verdade são um grupo de cientistas de uma organização chamada Cruel, responsável por achar a cura para uma doença chamada fulgor. Uma das mulheres entra na sala com um rapaz de capuz, que se revela ser Gally, e dizendo que ele está sendo controlado, ele ataca Thomas com uma faca mas Chuck pula na frente e morre. Thomas pula em cima de Gally, soca o garoto até ele ficar desacordado, e é nesse momento que aparece pela porta um rapaz estranho, se dizendo rebelde e contra as ações do grupo. O grupo, de agora 20 adolescentes foge do laboratorio e entra em um onibus indo a um lugar seguro. Dentro do ônibus uma mulher explica que existem milhoes de orfãos como eles, criados e cobaias de experiências dos cientistas espalhados pelo mundo, tudo para que seja descoberta a cura para uma doença que enlouquece os humanos contaminados, e ela diz que eles estavam em algum lugar no Perú e vão se esconder no que antes era o nosso Panamá.Chegando lá, todos estariam em segurança e iriam dormir para descansar. E é exatamente assim que acontece.

Mas o ultimo capitulo do livro é um epílogo, como se fosse um Memorando da Cruel, da sua Chanceler (talvez aquela mulher), dizendo que as provas do labirinto foram bem sucedidas e que os vinte sobreviventes mais qualificados tiveram reações às variáveis satisfatórias e encorajadoras. E o assassinato e o falso resgate foram um final importante. Que eles iriam permitir uma noite de descanso para os garotos e que no dia seguinte a segunda parte do projeto, incluindo os garotos restantes do grupo b (provalvemente os garotos que resolveram ficar na Clareira). Ela se diz surpresa pelo numero de sobreviventes que nunca desistiram. E o ainda cita que a garota resolveu se lembrar que Cruel é bom, e isso apenas reafirma a convicção que o grupo e sua missão é importante, e eu cito:

"A missão do CRUEL é servir à humanidade e preservá-la, não importa a que preço."




Opinião final, pessoal:

Gostei bastante do livro, e me surprendeu o tanto que fiquei envolvida na leitura. mas me incomoda esse final que pode ser considerado por algumas pessoas como "bom", enquanto o que eu vejo é uma maldade sem fim, aonde é estimulado o sentimento de esperança para que o experimento continue, a qualquer preço e medida. Me apeguei ao Thomas e Newt. Senti a morte de Chuck, e ainda não sei o que pensar sobre Teresa, ela parece que força uma certa simpatia por parte do leitor, e eu não sei qualificá-la como boba ou aproveitadora ou bitch.

Já estou ansiosa para começar o segundo livro, Prova de Fogo.

Um comentário:

  1. Agora, me senti na obrigação de justificar porque achei esse um final bom rss

    Primeiro, acho importante esclarecer que “bom” é um termo muito relativo nessa série. Não achei bom no sentido “e viveram felizes para sempre”, mesmo porque eu sei que, nesse caso, o para sempre não passa da manhã seguinte.

    Mantenho minha opinião que eles terminaram o livro numa posição boa. O leitor, por outro lado, com aquele memo, sabe que vem uma grande ferrada por aí :D

    Se você pensar que eles eram ratinhos num labirinto com as condições perfeitamente controladas e, quando isso mudou, a casa caiu; sair de lá é uma ótima. Mas não pode esquecer – e acho que isso é o mais importante do memo – que tudo é um teste/experimento. O maior spoiler do quanto às coisas se complicarão está no título do próximo livro rs
    Em minha opinião, até mesmo essa falsa sensação de segurança que eles têm ao saírem de lá é para mostrar que não devem depender de ninguém, além deles mesmos (reforçando o que já aprenderam no labirinto – sobreviver com o que tem, utilizar o potencial máximo de todos etc). Trust no one! :D

    Quanto a Teresa, não comentarei a respeito. Acho que é muita sacanagem tirar a possibilidade de amar/odiar um personagem por conhecer mais sobre ela. Por exemplo, alguém que for ler HP pela primeira vez, já sabendo sobre o passado de Snape, teria uma visão totalmente diferente sobre ele. Enquanto quem já leu, mesmo sabendo as razões dele, podem continuar odiando-o porque não são suficientes para perdoarem as ações :D

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